Atleta brasileira que disputou Rio 2016 vira motorista de Uber

21 setembro 2017

Atleta brasileira que disputou Rio 2016 vira motorista de Uber


Por conta dos atrasos no Bolsa Atleta, que só voltarão a ser pagos em novembro, a atleta do nado sincronizado Pâmela Nogueira, que disputou os Jogos Olímpicos do Rio, começou a trabalhar como motorista de Uber.

Principal programa do Ministério do Esporte, ele tinha previsão de consumir R$ 137 milhões em 2017, contra R$ 143 milhões do ano passado. Mas, o governo foi cortando a verba até deixar só R$ 125 milhões disponíveis. Considerando o número de bolsistas, a conta não fecha.

“Eu resolvi sair da seleção brasileira para poder conseguir trabalhar. Na seleção, eram oito horas de treino, mais o tempo de ida e volta, não dá para trabalhar depois. Só que como a gente é atleta, conseguir um emprego é mais difícil”, explicou Pâmela, para a página Olhar Olímpico, do UOL.

Este ano ela havia trabalhado em sua área. Professora de educação física, Pâmela acompanhou a preparação física das atletas que disputariam o Mundial de Esportes Aquáticos, mas o trabalho terminou em julho. Ela então seguiu as dicas de uma amiga.

“Ela já rodava de Uber e perguntou por que eu não rodava também. Disse que era só rodar de dia que não tinha problema. Fiquei um mês rodando de Uber até dar certo o trabalho aqui em BH. Quando vim para cá, comecei a dar treino aqui, mas em período curto, só de tarde para noite. Ficava o dia todo livre, então fiquei rodando no Uber aqui também”, contou.

Pâmela competia pelo Brasil desde 2007, quando levou o bronze no Pan do Rio.

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