Bolsonaro pede ao TSE suspensão de pesquisa eleitoral do Datafolha

30 janeiro 2018

Bolsonaro pede ao TSE suspensão de pesquisa eleitoral do Datafolha

Político alega que questionamentos apresentados seriam tendenciosos


Adefesa do deputado federal Jair Bolsonaro (PSC-RJ) protocolou, no Tribunal Superior Eleitoral (TSE), nesta terça-feira (30), representação que pede a impugnação de pesquisa eleitoral promovida pelo jornal Folha da Manhã e realizada pelo instituto Datafolha. Solicita ainda que o material, registrado no tribunal sob o número BR-05351/2018, seja impedido de circular em definitivo. A previsão era de que a pesquisa fosse divulgada nesta quarta-feira (31).

Os advogados do político afirmam que a pesquisa, além de pretender aferir a intenção de voto para as eleições presidenciais de 2018, contém questionamentos sobre a opinião dos potenciais eleitores sobre circunstâncias atuais da política nacional e dos seus protagonistas.

“Nesse ponto, os questionamentos apresentados se revelam tendenciosos, com nítido objetivo de manipular, não apenas o eleitor consultado, mas também aqueles que do seu conteúdo tiverem conhecimento, tudo isso em benefício de uma determinada candidatura, cujo registro perante o TSE é natimorto. De outro lado, ao candidato ora representante, a 'pesquisa' reserva tratamento difamatório, baseado em premissa reconhecidamente falsa”, diz a defesa de Bolsonaro.

Os advogados se referiram à pergunta que diz: "Você tomou conhecimento sobre denúncias envolvendo o aumento do patrimônio da família do deputado Jair Bolsonaro desde o início da sua carreira política?"

A questão está relacionada à reportagem da Folha de S. Paulo sobre o patrimônio do deputados e de seus três filhos, que também exercem mandatos políticos. O quarteto é dono de 13 imóveis com preço de mercado de pelo menos R$ 15 milhões. Levantamento feito pelo jornal em cartórios identificou que os principais apartamentos e casas, comprados nos últimos dez anos, registram preço de aquisição bem abaixo da avaliação da Prefeitura do Rio à época.

No entanto, a defesa do deputado e presidenciável destaca que ele não foi denunciado pelo Ministério Público em razão de acréscimo de patrimônio. Em razão do recesso forense, que somente terminará dia 1º de fevereiro, a análise do pedido de cautelar deverá ser feita pela presidência do TSE.

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